Domingo, 15 de Julho de 2012

Omeu visual neste verão

o meu visual deste verão

Terça-feira, 23 de Setembro de 2008

o kingkong actualmente

De KINGKONGUE
publicado por pfmc às 11:13
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Domingo, 30 de Março de 2008

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king
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publicado por pfmc às 21:30
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Sábado, 14 de Julho de 2007

Amigos na exposição de Lisboa / 2007

Angie- campeã de lisboa 2007-caniche anão .fémea

publicado por pfmc às 21:20
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Quinta-feira, 12 de Julho de 2007

Exposição canina em Lisboa / 2007

Pon fotos sin limite en slide.com GRATIS!!! 

A 110ª exposição canina ocorreu no hipódromo de Lisboa. Penso que pelo 2º ano consecutivo num ambiente de verão propício ao sucesso do evento. A presença de concorrentes foi brilhante e apareceram em número consideravel, incluíndo  estrangeiros. Os exemplares eram duma maneira geral magníficos e as variedades não faltaram. As provas de perícia e de agility temperaram com alegria e distracção os presentes.

 No entanto, houve falhas graves num certame onde se aglomeram centenas de pessoas .

Haviam apenas 2 velhas e caducas instalações sanitárias, acontecendo que a das senhoras esteve sempre "encerrada"(todo o dia) e a dos homens não tinha àgua, nem para lavar as mãos-PORTUGAL NO SEU MELHOR e a passar uma imagem internacional.

 A àgua, esse precioso líquido tanto quanto me foi dado perceber existia apenas  numa torneira quase oculta, lá para os lados da cavalariça e apareceu depois uma magueira no meio da relva que penso lá safou as necessidades e espantosamente não se formaram bichas.

 E sombras??? bem sei que vamos para ali para andar um pouco ao sol que só nos faz bem, mas as radiações ultra violetas estavam no limite e não aconselharam de todo a exposição solar durante períodos de cerca de  4 ou 5 horas(das 11 ás 15). Pois bem não havia toldos nem sombreadores nem pré ruingue e os animais restava-lhes esperar ao sol do meio dia por períodos quase sempre superiores a meia hora tal como já tinha acontecido o ano passado será que  a organização não se apercebeu?bom, já fica aqui uma chamada de atenção, sim até porque "á boa maneira portuguesa" a organização zelosamente perseguia toda e qualquer tentativa pessoal de instalação duma sombra ainda que fosse um chapéu de praia, alegando que furavamos os canos que regavam a relva.Então , os animais e os donos  teêm de suportar condições atrozes de calor e com isso ninguem se  preocupa ?.

  Bem, o ventinho que correu no Domingo ajudou a suportar a situação e saímos de lá com um grande bronze.

 Tudo acabou mais ou menos bem aparte alguns exaltados que tentavam ligar ventoinhas em tomadas inexistentes e em número insuficiente para o certame, portanto mais uma vez pode dizer-se  o C.P.C. está de    ...parabéns

publicado por pfmc às 11:18
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reserva de cac e cacib

            

publicado por pfmc às 11:09
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Sexta-feira, 22 de Dezembro de 2006

feliz 2006

0015kw5x
publicado por pfmc às 18:42
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Sábado, 11 de Novembro de 2006

pequigense

publicado por pfmc às 20:49
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Segunda-feira, 23 de Outubro de 2006

Na onda

publicado por pfmc às 23:30
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Sexta-feira, 20 de Outubro de 2006

Pekes amorosos

publicado por pfmc às 22:18
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Quinta-feira, 19 de Outubro de 2006

gif´s

publicado por pfmc às 01:34
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Segunda-feira, 16 de Outubro de 2006

PEQUINÊS_Tempo de exercício diário necessário: 10 min


    Veja no   quanto exercicio o seu cão precisa por dia

  

 

 

publicado por pfmc às 19:41
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Sábado, 30 de Setembro de 2006

A aparência geral dum pequinês


O pequinês é um cão acondroplásico e braquicéfalo. Ao olhar um pequinês
adulto lateralmente deve-se ter a impressão geral de um "caixote"; pescoço
curto, cauda com pêlo longo e cheio, muitas vezes chegando até a cabeça,
pernas bem curtas, num corpo curto e largo, e nenhum sinal da face, que deve
ser completamente chata. Ao se olhar de frente deve-se notar uma "juba"
profusa, com orelhas que emolduram a face, mais larga que alta. De trás
nota-se um posterior estreito em relação a frente. A aparência geral é
leonina, de um cão de grande dignidade e qualidade.

 

Para quem tem o entusiasmo necessário para cuidar de um Pequinês a recompensa será um animal incomum e inteligente.

O pequinês é por excelência um cão de companhia. Gentil e leal ao dono, é cão de um único dono. Ele decide de quem gosta mais.É  interactivo e brincalhão .Tem um elevado sentido de independência ,pelo que tolera bem ficar só, portanto não se stressa, latindo  horas, ou roendo móveis,  entretendo-se fácilmente com qualquer chia apropriado ou até um simples rolinho de cartão. É higiênico, tanto que, com muita facilidade aprende a usar o jornal para suas necessidades.É ciumento e podem ser teimosos, não é do tipo de cão  que atende sempre que o dono chama. Ele decide quando vem. Mas não chega a ser agressivo aliás não gosta de agressividade nem de gritos. Seu temperamento é calmo e reservado (não ao bulício).É corajoso e combativo, pelo que dificilmente se acanha diante de outro cão maior,  por isso, é conveniente socializá-lo desde filhote para que possa conviver bem com outros animais.São territoriais e como tal excelentes cães de alarme. Com os desconhecidos, podem demonstrar uma indiferença profunda e muitas vezes ignoram as pessoas que não fazem parte de seu quotidiano. Só latem quando algo anormal acontece, portanto é um cão silencioso.É bastante curioso pelo que assume com facilidade a rotina da casa

Classificação

Grupo 9 - Cães de Companhia         

 Secção  
 
1   . Bichons e raças semelhantes

              1.1. Bichons
              1.2. Coton de Tuléar
              1.3. Petit Chien Lion 
  Secção 2    .Caniche
  Secção 3    .Cães Belgas de tamanho pequeno
              3.1 .Griffons
              3.2 .Petit Brabançon
  Secção 4    .Cães nús
  Secção 5    .Cães do Tibete
  Secção 6    .Chihuahua
  Secção 7    .Spaniels ingleses de companhia
  Secção 8    .Epagneul Japonês e Pequinês
  Secção 9    .Epagneul Anão Continental
  Secção 10  .Kromfohrländer
  Secção 11  .Molossóides de tamanho pequeno

História

Durante a Segunda Guerra do Ópio, em 1860, a Cidade Proibida foi invadida pelas tropas inglesas. O imperador Xianfeng fugiu com toda a sua corte. Todavia, uma tia idosa do imperador ficou para trás e, quando os ‘diabos estrangeiros’ entraram, ela suicidou-se. Junto do corpo, os soldados encontraram cinco pequineses que pranteavam sua morte.

Os animais foram recolhidos pelos ingleses . Lord John Hay levou um casal, posteriormente chamados de ‘Schloff’ e ‘Hytien’ e os deu à sua mãe, a duquesa de Wellington, esposa de Henry Wellesley, 3° duque de Wellington. Sir George Fitzroy levou outro casal, e os deu para seus primos, o duque e a duquesa de Richmond e Gordon; este dois, que receberam o prefixo de Goodwood, são os fundadores da linhagem inglesa. O tenente Dunne presenteou o quinto pequinês (femea) para a rainha Vitória do Reino Unido, que o denominou Looty.

O ápice do pequinês como queridinho dos palácios imperiais chineses ocorreu durante o reinado da Última Imperatriz (Tzu Hsi), que ascendeu ao poder em 1861. Para obter prestígio, ela se fez cercar dos diminutos "cães-leões", insistindo para que sua semelhança com o leão fosse tão próxima quanto possível. Após a morte dela em 1908, os serviçais da corte mataram a maior parte dos animais para que eles não caíssem em mãos indignas. Os poucos que escaparam desapareceram em residências particulares sem deixar vestígios; não fosse a raça estar firmemente estabelecida no Ocidente, teria muito provavelmente sido extinta nesta ocasião.

 

O primeiro exemplar de Pequinês a apresentar-se numa exposição foi em Chester, 1894. O ano de 1898 foi importante para a raça, pois foi quando se redigiu o primeiro padrão do Pequinês.

 curiosidade histórica:_

Apenas dois cães sobreviveram ao naufrágio do Titanic; um deles era um pequinês!

 A Pelagem

pelagem:_ dupla(constituída por 2 tipos de pêlo)   um pêlo longo,grosso e liso(pêlo externo) que é um pouco rústico e por  subpêlo que é espesso e denso  tipo lã.

Um pequinês tosquiado ou com o pelo mais curto, não estará devidamente protegido dos raios de Sol, podendo apanhar possiveis queimaduras ou mesmo alergias devido a securas de pele.Um outro factor que desaconselha a tosquia é a falta de estética, visto tirar toda a beleza natural ao cão que fica sem qualquer pelagem e sem seu aspecto típico. 
Por opinião de alguns criadores a tosquia apenas se efectua nas cadelas mas apenas por baixo e nas partes traseiras,( junto aos peitos e nos calções ou saiote), a fim de facilitar o trabalho de parto e descobrir os peitos para facilitar o mamar dos cachorros. Após o desmame, visto as cadelas perderem muito pelo com a criação, há criadores que fazem um corte ligeiro na pelagem a fim de a fortalecer.

A pelagem está sempre em crescimento, uma mais fina e fofa semelhante a flocos de algodão,(pêlo cerdoso tipo pêlo de ovelha) cresce até aos 5 ou 6 meses,  altura em que se  começa a revelar a pelagem de adulto. Esta situação  pode prolongar-se até aos 10 meses de idade. É aconselhável o cardar da pelagem, se necessário, aos 7 meses. A pelagem adulta que agora se começa a revelar  é constituída  de pêlo é liso cerdoso e muito longo(superficial)  envidencia-se sobretudo no capote (capa) que irá cobrir os ombros e o corpo e formar a juba. A pelagem estará "composta",  quando chegar ao chão cobrindo as patas. A idade aproximada para que  isto se verifique varia de exemplar para exemplar, mas geralmente aos 16 ou 18 meses a pelagem está devidamente apresentável e composta. Se bem que dependendo um pouco do exemplar e da sua qualidade esta fase de transição é algo que se vai manter pelo menos até aos 16 meses e por vezes até mais tarde. 
Resumidamente, aos 6 meses a pelagem tipo algodão muito fininho, a dita lã, tem tendência a cair  e os  tais pêlos  lisos, fortes,compridos revelam-se. Nas fémeas o pêlo é ligeiramente mais curto.
A pelagem tambem costuma alterar  complectamente a côr durante o crescimento do cachorro. Pode passar de vermelho rapozino para  dourado champanhe.  Estas mudanças dão-se num espaço de tempo alargado, mas é normal que aconteçam. As únicas côres que não sofrem qualquer tipo de alteração de coloração, são os exemlares de cor branca e por vezes os exemplares de cor negra.
Há ainda que considerar que esta raça faz muda de pêlo, uma a duas vezes por ano. 
Na verdade há troca de sub-pêlo em períodos determinados que são aquele antecede o cio das fêmeas e a primavera/verão nos machos. A queda de pêlo constituí um curto período (em regra)  2 a 4 semanas. Uma rotina de escovação neste prazo e um banho ao final ajudam na remoção de pêlos mortos.Manter a pelagem do pequinês saudável e apresentável exige que ela seja escovada pelo menos uma vez ao dia embora alguns criadores admitam que isso possa ser feito apenas três vezes por semana. 

Banhos

Os banhos nesta raça são na generalidade os banhos secos. No entanto há sempre aquela altura em que o banho é inevitável, sendo a banheira a única escolha. É o caso de uma diarreia, após trabalho de parto de uma cachorra, ou quando vão à rua e apanham muita humidade no pelo. Nessas alturas um bom banho é sempre uma óptima alternativa. 
Se dermos  banho com mais regularidade a  diferença é que a pelagem fica mais pesada, sem volume e o pêlo quebradiça. Banhos muito regulares fazem com que os exemplares comecem a ganhar mais facilmente o cheiro a cão. Escovagem em simultâneo com banho seco substituiem o banho "molhado"  Não é obrigatorio o dar-se banho a esta raça, conforme conselho  de vários criadores . Um exemplar pode passar toda a vida sem nunca levar banho ( com agua e sabão ). Para o pequinés de companhia um banho mensal é suficiente sobretudo se se passar um pano molhado nos genitais, nas patas e se se fizer a limpeza regular da ruga

Escovagens

É importante lembrar que o pequinês não necessita escovação diária (não ficará cheio de nós se ficar uma semana sem ser escovado). Na escovação é importante abrir os pêlos, arejar a pele e deixá-los soltos para que não formem nós. Os nós formam-se por causa do pêlo morto que fica na pelagem  Aparecem principalmente na parte de trás da orelha, na saia e na parte inferior do cão (peito, barriga, axilas e parte interna das coxas). Antes de desmanchar os nós e antes da escovação,  borrifa-se com uma solução de água com creme, mas não muito para que o pêlo não fique oleoso, apenas o suficiente para humedecê-lo e nas (proporção de 1ml de creme para 50ml de água / utilizando cremes para tratamento ou condicionadores para cabelos. Para desmanchar os ditos nós com a menor perda de pêlo, deve-se afrouxá-los com os dedos, abri-los com delicadeza e finalmente ajudar com um pente metálico e com uma escova de pinos, sem bolinhas nas pontas.  A escovação geral do corpo é feita com a escova e a solução,borrifando o dorso, as franjas laterais, as pernas, a saia e a juba no sentido contrário do crescimento do pêlo e depois a favor, procurando aprofundar a escova até a pele. Antes de escovar a pelagem superior escova-se a inferior (Subpêlo). Com o pente, penteia-se os brincos e os pêlos da cabeça sómente a favor do crescimento do pêlo. Esta escovação deve ser repetida semanalmente e deve ser feita com delicadeza, sem arrancar pêlos, sómente retirando o pêlo solto. Pode usar-se o secador no modo frio quando o cão está com calor, apenas para arejar o pêlo. Alguns criadores utilizam talco em todo o pêlo, outros apenas na barriga. Nunca se utiliza o talco junto com a solução e  retira-se sempre o excesso. Os nós nas orelhas são também causados devido à coceira no ouvido, por isso é importante mantê-lo sempre em boas condições. Quando os nós não são desfeitos, com o tempo a pele do cão torna-se avermelhada e com sinais de irritações.

Ainda as escovagens ( um artigo encontrado  na ARCA de NOÈ) a complementar o já dito

Em relação a pulverizar, (o pelo não se deve escovar em seco), ou antes, convem sempre aplicar algo préviamente para que fique mais suave para que o mesmo não se parta com facilidade. Há quem use a agua de rosas, há quem faça um preparado com uma mistura de água com óleos e outras vitaminas... vai muito do gosto individual da pessoa e do resultado no pelo . Alguns cães não requerem tantos productos pois teêm o pelo mais pesado, outros pedem mais oleosidade na pelagem pois a mesma é muito seca. Soube de uma brazileira que usava uma mistura à base de pera de abacate com outras coisas à mistura, fazia uma papa cremosa com a devida receita e depois colocava o mesmo producto na pelagem de alguns cachorros para evitar a pelagem quebrada ou seca. Depois da aplicação obviamente dava um banho nos mesmos e ela dizia que os resultados eram perfeitos. Eu pessoalmente uso uma mistura de uns oleos tipo de bebé, umas vitaminas, agua, misturo bem, borrifo a pelagem dos que têm o pelo muito seco, depois de ficarem uma meia hora com essa mistura não lhes dou escova, meto-os no banho para tirar o exceço e só depois de lavados, faço o enxugar, e então dou lhes com o secador e escova ao mesmo tempo. Nunca dou escova em seco, em último caso nos de pelagem mais oleosa o melhor mesmo é o pó talco. Não costumo usar colonias, só mesmo nas cadelas com Cio e é muito raro. Não coloco nunca perto da cabeça, só memso nas partes traseiras. Alguns são tão sensíveis a esses cheiros mais fortes que se babam todos. Pessoalmente prefiro não usar mesmo.

Cumprimentos
Miguel

Diferentes etapas na vida de um pequinês

 

Na raça Epagneul  Pequinês os cachorros até atingirem a idade adulta passam por fases de transformação. 
 Aos  4 meses começa a transformação do focinho e de seguida  aos 5 ou 6 meses a transformação do crânio. A mudança corporal, segue-se por volta dos  6 aos 8 meses e  mais ou menos em simultaneo, por volta  dos 7 aos  9 meses vai acontecer  a muda repentina da pelagem .
Dos 11 aos 14 meses a pelagem ficará reposta  
  Resumindo, aos 6 meses, é a idade em que os cachorros já se encontram mais definidos, a fase de transformação do crânio e do focinho anteriormente referida encontra-se  terminada e a única mudança a ocorrer é mesmo a da pelagem.

publicado por pfmc às 18:39
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A face dos Pekes

      O nariz (trufa), boca, contorno da boca e os olhos devem ser escuros. Não são aceites o padrão albino nem o fígado. Podendo ou não ter a face toda preta (máscara negra).

Cuidados: "os olhos proeminentes merecem a nossa atenção como tal devem prevenir-se todas as situações potencialmente traumaticas. Necessitam de higiene freqüente com água (lavagens)para retirar secreções mais ou menos frequentes. A ruga em cima do focinho precisa ser limpa com compressa ou algodão embebido em  água e depois bem seca".

      

 

Os principais problemas dos pequineses envolvem os olhos grandes e sensíveis e o sistema respiratório, por conta de seu crânio pequeno e cara chata, e alergias de pele. Um problema bastante comum são ulcerações nos olhos que podem se desenvolver espontaneamente. Pequineses nunca deveriam ser mantidos fora de casa, pois tem dificuldade em regular a temperatura corporal quando o tempo está demasiadamente quente ou frio. Seus dorsos longos demais se comparados às pernas, os fazem vulneráveis a lesões nas costas. Deve-se tomar cuidado ao erguê-los, para proporcionar suporte adequado para as costas: coloca-se uma mão sob o peito e outra sob o abdômen. Por causa das pernas curtas, alguns pequineses têm problemas com escadas; cães idosos podem não ser mais capazes de subir ou descer escadas sozinhos.

publicado por pfmc às 18:37
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A panorâmica actual da raça

 

O autor do livro "The New Pekingese" avalia que  nos EUA e Europa a raça está geneticamente bem. "Porém, observa que alguns criadores, para não prejudicar a pelagem, deixam de exercitar seus cães  e chama a atenção para o facto de que o exercício é importante, para aumentar a musculatura e proporcionar maior robustez no tronco, o que favorece a marcha roll (bamboleio) típica, com um balanço lento, e sem oscilações as quais  podem ser causadas por falta de musculatura nas pernas traseiras".Nos EUA a raça está na 26ª posição com 16.869 exemplares e na Inglaterra na 22ª com 2.002.   No Canadá e EUA, cerca de 230 Pequineses participam em cada monográfica, e nas gerais, por volta de 50.  A raça pequines  no Japão, subiu quatro posições no ranking de registros desde 1989 para cá, ocupando o 22º lugar,  contando 1.722 exemplares registrados em 1993. No  Brasil apresentam-se, 3 ou  4 exemplares em exposições da raça. Em Portugal o afixo Pekesville expôs durante quase 20 anos e obteve reputação nacional e internacional .Hoje a situação é quase idêntica á do Brasil com um criador conhecido e mais ou menos meia dúzia de exemplares presentes em exposições

                

É impressionante como as pernas arqueadas lhes permitem caminhar, correr ou trotar.

andar rebolante, típico da raça

Chame como quiser: gingue, bamboleio ou “roll”, o pequinês tem um jeito de andar que agrada até aos menos simpáticos a raça.
Devido a sua estrutura ósseo-muscular, a movimentação do animal em compasso suave gera um rebolado característico perceptível desde a mais tenra idade.
Os membros anteriores curtos e arqueados, com as patas ligeiramente voltadas para fora, associado aos membros posteriores retos e curtos, e estas patas tocando levemente o chão e tendendo para o eixo central, fazem o animal, no ritmo do andado, movimentar-se com um balanço lento e garboso na sua dianteira. Chamamos esta movimentação de “roll”. Pode ou não haver um leve rebolado posterior.
texto retirado do canil damabiah
publicado por pfmc às 14:58
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 Pekes Policromáticos/tricolores

 Todas as côres são permitidas, excepto o albino e fígado que embora existentes não são aceites . A pigmentação preta é essêncial no nariz, lábios e contorno dos olhos. os policromáticas devem ter as cores igualmente repartidas

  

Pekes pretos

     

                                   

 

Os pekes e o calor

Gostaria de recorda-los que nesta altura de calor é sempre bom ter em conta a resistência dos nossos Pekes. Atenção em evitar a exposição Solar directa ou mesmo, indirecta. Procurar locais frescos e de preferência um pouco mais escuros, uma ventoinha, um ar-condicionado, qualquer coisa o que ajuda muitos os nossos amigos nesta altura quente do ano. Há que por opcção fazer uma tosquia ao peito destes peludos, ou antes um corte parcial da pelagem que está em contacto com o chão quando estão deitados, permitindo um mais rápido arrefecimento do corpo quando em contacto com um piso mais fresco.

(comentários de Muigel Drumondville-Arca de Noé-forum)


 

Pekes castanhos

       Pekes Claros

   

Pekes Brancos

Rosados

 

 

 

Amarelados

Pekes Bronze

Um poema escrito pela imperatriz Tzu Hsi descreve aqueles que seriam os aspectos essenciais da raça . Os padrões da raça admitem praticamente todo tipo de combinação de cores. A mais comum é o castanho avermelhado; esta é a cor da maioria dos pequineses . Preto e bronze são populares também, mas os dourados parecem ser os preferidos  O pequinês totalmente branco (exceto a face) ou totalmente preto é um cão impressionante. É fundamental que a face (nariz, lábios e contorno dos olhos) seja negra e os olhos, sejam escuros e brilhantes. Supostamente, há uma variante de pêlo azul (acinzentado) na linhagem pequinesa britânica.

Pekes Dois Volumes

  

 

Pekes Prata

 

Pelagem: longa, lisa, formando juba em torno do pescoço, com pelo e bom subpêlo. Deve ser escovada 3 vezes por semana, ou semanalmente.Manter a pelagem do pequinês saudável e apresentável exige que ela seja escovada  

 

publicado por pfmc às 12:59
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Pekes aos "montes"

 

comentários ocasionais / pessoais

É higiênico, amigo, companheiro, caseiro, bom cão de guarda, se comunica, carinhoso, inteligente e não sai de perto da gente nunca.O único incoveniente é que fora da família ele não gosta de ninguém, o que eu não acho tão ruim. Dificulta ser roubado.

Estou encantado com a sua graciosidade no andar no brincar e com sua delicadeza. É muito companheiro, fica ao meu lado o tempo todo

São muito independentes, gostando no entanto de estar onde estão os donos.

Por muitos que se tenha nenhum é igual a outro qualquer...

 

publicado por pfmc às 12:50
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LOP

O significado e importancia do registo LOP

 

http://arcadenoe.clix.pt/forum/viewtopic.php?t=17758

LOP são as iniciais da designação de Livro de Origens Portuguesas, este livro é propriedade do Clube Português de Canicultura e do F.C.I. ( federação cinológica internacional ). Ter um cão de raça pura é, para além de um trabalho que deve ser desenvolvido com empenho e dedicação,  uma arte de um Criador. Um cachorro de  raça,  está devidamente identificado pelo Clube Português de Canicultura, e  as origens desse mesmo cachorro, estão identificadas no LOP ou noutro livro da mesma ordem de outro clube representante do FCI.  como por exemplo o LOE ( livro de origens espanhol )
Os  criadores têm o dever de "identificar a ninhada" quando esta nasce, e efectuar um registo temporário individual de cada cachorro.
Após os 6 meses o cachorro deverá efectuar a vacina da Raiva, (obrigatória por lei) e a introdução do respectivo Chip, obrigatório por lei também.
Após a colocação do Chip o registo temporário (de cor avermelhado) é entregue no Clube P. de Canicultura, recebendo em troca o registo efectivo do cão (de cor verde). 

Parceiros

CLUBE DO CÃO DE COMPANHIA DE PORTUGAL
Rua Batalhós, 46
2070-071 CARTAXO     Tel: 917 265 383             Fax: 243 704 232

publicado por pfmc às 12:37
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Sexta-feira, 29 de Setembro de 2006

Os " brincos "

Pekes " Dragão "

Estes animais também eram chamados de cães Fu (ou Fu Lin) pelos chineses Eram considerados espíritos guardiães, visto que se assemelham ao mítico leão chinês.

 

Pekes " Pêra "

O pêlo é abundante principalmente ao redor do pescoço, formando uma juba e dando ao pequinês o formato de pêra.

 

Os "Brincos "

Os pêlos são mais longos nas orelhas, na cauda e nos membros posteriores.  Nas orelhas possuem longos pêlos geralmente pretos  a que se chamam “brincos”. Estes podem chegar a ter um comprimento maior do que a altura do próprio cão.

 

As orelhas possuem longos pêlos geralmente pretos que se chamam “brincos”. Estes podem chegar a ter um comprimento maior do que a altura do próprio cão. Mas para isso é necessário um cuidado maior com os brincos, principalmente nos cães destinados à exposição, nos quais são feitos papelotes para que não haja quebra e nem ressecamento dos pêlos

publicado por pfmc às 22:53
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Dum pequinês espera-se sobretudo uma agradável companhia

 Aparência geral - um texto de "cadastro de árbitos"

APARÊNCIA GERAL
O pequinês é um cão acondroplásico e braquicéfalo. Ao olhar um pequinês
adulto lateralmente deve-se ter a impressão geral de um "caixote"; pescoço
curto, cauda com pêlo longo e cheio, muitas vezes chegando até a cabeça,
pernas bem curtas, num corpo curto e largo, e nenhum sinal da face, que deve
ser completamente chata. Ao se olhar de frente deve-se notar uma "juba"
profusa, com orelhas que emolduram a face, mais larga que alta. De trás
nota-se um posterior estreito em relação a frente. A aparência geral é
leonina, de um cão de grande dignidade e qualidade.
CORPO
("...Deixe seu corpo ter o formato de um leão caçador espreitando sua
presa...").
O corpo deve apresentar as seguintes características fundamentais:
FORMA:
O formato do corpo deve lembrar, visto de cima, o de uma pêra; assim sendo,
temos uma frente larga que afunila em direção ao posterior, mais estreito;
DORSO:
Curto, reto. É importante não deixar-se enganar pela pelagem, que, quando
abundante no peito e culotes, tende a transmitir uma impressão do cão ser
mais longo do que é.
FRENTE:
("...deixe suas patas da frente serem tortas, assim ele não desejará vagar
para longe ou deixar os precintos Imperiais...")

As pernas são curtas, levemente arqueadas, envolvendo o peito, entretanto os
cotovelos são rentes ao corpo e não abertos (falta comum e grave). Os pés
anteriores são virados ligeiramente para fora. É esperado que se deixe
"luvas" de pêlos se estendendo dos pés, que são chatos e grandes ("...deixe
seus pés com tufos longos de pêlos para que seus passos sejam
silenciosos..."). É importante notar que não é desejada qualquer projeção do
esterno em relação aos membros anteriores;
POSTERIOR:
Pernas retas e pés voltados para a frente, menores que os anteriores. A
angulação é moderada mas presente;
CAUDA
("...deixe-o portar um estandarte de pompa sobre seu dorso...)
Inserção alta, portada reta próxima ao dorso (mas não tão próxima a este
como a de um pomerânia), pode se curvar para um dos lados no final.
CABEÇA
("...deixe sua face ser negra; deixe sua cabeça ser reta e baixa, como a
testa de um guerreiro imperial...")
A cabeça é grande, com o crânio largo e chato na parte de cima. O formato
da face deve lembrar o de um "envelope", ou seja,  aparentar ser mais larga
que alta. Parte essencial do julgamento, vamos destacar cada segmento;
OLHOS:
("...deixe seus olhos serem grandes e luminosos...")
Redondos, grandes, o mais escuros possíveis e brilhantes. Não se desejam
olhos esbugalhados, muito proeminentes ("de sapo"), ou que mostrem o branco
quando o cão olhar para frente. Devem estar bem afastados um do outro.
ORELHAS:
("...deixe suas orelhas serem inseridas como os remos de um junco de
guerra...")
Em formato de coração, inserção em nível com o topo do crânio, o que
contribui para a aparência de envelope da face. As pontas não devem
ultrapassar a linha do maxilar inferior (não confundir com os pêlos, longos,
muitas vezes chegando ao chão no cão adulto);
BOCA:
Fruto de tantos mal entendidos, a boca tradicionalmente não é aberta no
julgamento do pequinês. No Padrão, propositadamente, não há sequer uma
descrição de dentes e da mordedura. Os dentes são extremamente frágeis e,
pelo formato dos maxilares e conseqüente pequeno tamanho das raízes dos
dentes, caem muito cedo na vida do cão. É comum o desalinhamento e ausência
de alguns incisivos.. Assume-se que a mordedura deve apresentar prognatismo
inferior, desde uma mordedura em tesoura invertida até uma com considerável
prognatismo. A língua e nenhum dente devem permanecer aparentes quando o cão
estiver com a boca fechada. Caso se desconfie de torção de mandíbula (que
pode ser detectada pelo aspecto externo da boca fechada), pode-se abrir a
boca do cão; entretanto, não cheque no posicionamento dos incisivos, mas sim
na distância dos caninos inferior e superior de ambos os lados ( devem estar
a mesma distância em ambos os lados.
RUGA:
A ruga divide a face em duas partes iguais e pode ser inteira ou "partida",
ou seja, pode ser ou não interrompida sobre o focinho. Não há preferência,
mas a ruga nunca deve ser tão grande a ponto de se estender sobre a trufa,
prejudicando a respiração;
PERFIL:
Completamente chato é o ideal. Às vezes o maxilar inferior é tão pronunciado
que o perfil é ligeiramente côncavo (mas nunca convexo). Um perfil que não
atenda a essas características e mostre qualquer projeção de focinho é
ATÍPICO e deve ser penalizado de acordo (encontrado em alguns exemplares
aqui no Brasil).
PESCOÇO:
Bem curto e grosso, o que contribui para a aparência de "caixote" que o cão
deve evidenciar quando visto de lado.
PELAGEM:
A pelagem é dupla, com pêlo grosso e subpêlo. Deve ser mais longa em volta
do pescoço, formando uma juba característica e mais curta no corpo,
contribuindo para o formato de pêra. Os pêlos são mais longos nas orelhas,
atrás das pernas traseiras, formando "culote" característico e na cauda. É
importante levar em conta que são RARÍSSIMAS as fêmeas com pelagem
exuberante e, desde que a pelagem esteja suficientemente longa nas orelhas,
juba, culote e cauda, que os diferencie da pelagem do restante do corpo, a
não exuberância de pelagem não deve ser penalizada.
MOVIMENTAÇÃO:
 Outro ponto freqüentemente mal entendido, acredito, pela ausência de
detalhamento no padrão americano. O padrão inglês e da FCI são, entretanto,
claros: o roll que se espera é um leve roll dianteiro. Não poderia ser
diferente se pensarmos num exemplar bem construído, com a frente larga com
pernas curtas e abauladas e posterior mais estreito com pernas retas e
igualmente curtas. Por vezes, o roll dianteiro é acompanhado de um leve
rebolado do posterior, mas isso de maneira nenhuma constitui uma regra. O
movimento é livre e deve dar a impressão de fluidez.
CORES:
("...E, quanto a sua cor, deixe-a ser como a de um leão - um sable dourado,
para ser carregado na manga de um robe amarelo, ou da cor de um urso
vermelho, ou um urso preto e branco, ou listrado como um dragão... de forma
a que haja cães apropriados para cada vestimenta Imperial...")

Todas as cores e combinações de cores são permitidas e devem ser julgadas
igualmente. Como o padrão exige a trufa preta, as exceções são os exemplares
fígado e albino.
TAMANHO:
O ideal é que o peso NÃO EXCEDA os 5 kg para machos e 5.5 kg para fêmeas (ou
seja, não se espera cães de 5 kgs, mas ATÉ 5 kgs). A exuberância da pelagem
normalmente faz o cão parecer bem maior do que é. Há classes especiais para
os exemplares com menos de 3,200 kg nos EUA e especializadas só para
exemplares abaixo deste peso na Inglaterra. Na Europa, também este
procedimento é freqüente. Qualquer tamanho dentro do padrão é possível e
deve ser julgado em igualdade. Para a FCI não há desqualificação para
tamanho, e nos EUA os cães são desqualificados apenas se acima de 7 kg.
Após o julgamento do cão, ainda na mesa, deve-se levantar  o animal
ligeiramente, de forma a sentir-lhe o peso. O Pequinês deve ser
surpreendentemente pesado para o seu tamanho.
TEMPERAMENTO:
("...deixe-o ser vivaz de forma a proporcionar divertimento com suas
brincadeiras, deixe-o ser tímido de forma a não se envolver em perigo,
deixe-o ser doméstico em seus hábitos para que viva em amizade com as outras
feras, peixes ou aves que encontram proteção no Palácio Imperial...")

É importante notar o temperamento muito característico da raça. Erroneamente
as pessoas tem a impressão de ser o pequinês um cão agressivo, provavelmente
por experiência com cães já deteriorados das características reais da raça.
Em nossa experiência, nenhum de nossos pequineses apresenta nenhuma
agressividade, nem entre si, nem com pessoas. A experiência de outros
criadores no mundo todo corrobora a nossa. Um exemplar agressivo é atípico.
O pequinês é um cão extremamente alegre e brincalhão. Ao mesmo tempo é
extremamente teimoso e senhor de si, características que aparecem muitas
vezes inclusive em pista. Séculos de convivência íntima com o Homem lhe
proporcionaram uma personalidade única e fascinante, cheia de
idiossincrasias e humanidade. É um cão imperial, independente, absoluto
senhor de si com apenas leves resquícios de características lupinas, ainda
tão presentes em outras raças.
PEQUINESES NOS EUA X PEQUINESES NA EUROPA:
De fato, não há  nenhuma diferença entre os exemplares vistos na Europa ou
nos EUA. A explicação é que o maior pólo de criação ainda é a Inglaterra e
exemplares importados desta são atualmente a base de criação em todo o
mundo, inclusive  nos EUA. A forma de apresentação dos exemplares, estado da
pelagem, etc., também é muito semelhante nos dois lados do Atlântico, o que
nos permite uma apreciação bastante homogênea da raça em todo o mundo.
Atualmente há uma tendência mundial a um maior tamanho da raça, o que
desvirtua sua origem e função, e, no nosso entender, deve ser revertida.

texto de:_Alexandre Baptista, AleFer Kennels

O Sapense
Nasceu ás 20h48m  -   Março de 2006  -  dia 6 (é segunda feira)


 

 

  

 

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